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terça-feira, 18 de outubro de 2011

...MPBeco 2011...


Como quase todos os anos as bandas do Coletivo Records se inscreveram no festival MPBeco, das 285 canções inscritas conseguimos emplacar três: Blues do Desespero de Antonio Carlos Spinelle defendida por Clara e a Noite, Amor Bandido de Mc Priguissa e defendida por ele mesmo e Homens Lunares de Luciana Barros e Fábio Rocha defendida por Michelle Regis e banda Coletivo Records.

As três músicas foram defendidas no mesmo segundo dia de eliminatórias, de cada dia seriam escolhidas cinco canções para a final, a disputa foi acirrada de modo que o júri decidiu escolher seis, entre ela duas músicas foram para final, Homens Lunares e Blues do Desespero.

Passamos a semana na correria, vendo figurino, ensaiando e preparando com carinho as apresentações pois queríamos levar pelo menos um premio, pois bem, Blues do Desespero foi a quinta musica defendida na noite e Homens Lunares a decima primeira, tocamos para quase 1.300 pessoas. Depois das finalistas houve o show da banda Cidadão Instigado, não pudemos ver o show na integra pois estavamos acompanhando a contagens dos votos. Foi demais, ver que a cada papel retirado da urna o nome de Clara e a Noite disparava na contagem, ganhamos o júri popular com uma diferença de quase 100% do segundo lugar.

E o resultado oficial foi:
Prêmio Bosco Lopes de Melhor Intérprete do Festival – R$ 1.800
Maíra Sales interpretando “Bar das Bandeiras” de Wigder Valle e José Gaudêncio Torquato

Prêmio Maestro Mainha de Melhor Arranjo Musical – R$ 1.800

Tango do Hospício Encantado (Franklin Nogvaes e Antônio Ronaldo) com Franklin Nogvaes

Prêmio Celso da Silveira – Música 3ª colocada no Festival – R$ 2.300

Bar das Bandeiras (Wigder Valle e José Gaudêncio Torquato) com Maíra Sales

Prêmio Newton Navarro- Música 2ª colocada no Festival – R$ 2.900

Blues do Desespero (Antônio Carlos Spinelli) com Clara e a Noite

Prêmio Nazir Canan – Música 1ª colocada no Festival – R$ 3.600

Tango do Hospício Encantado (Franklin Nogvaes e Antônio Ronaldo) com Franklin Nogvaes

Prêmio Elino Julião – Voto Popular – R$ 2.600

Blues do Desespero (Antônio Carlos Spinelli) com Clara e a Noite


Fotos: Tarcio Fontinele

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Feira Musica Brasil - Recife parte III


Dj Tudo e a Garrafada

Isaar

Feira Música Brasil, Recife, 09 de dezembro de 2009

Primeiro dia de feira muitos shows por vir, mas um em especial, banda Black Rio, pra quem não conhece os caras, eles são a primeira “big band brazuca” a misturar ritmos como o samba e soul, referencias para banda como o Jamiroquai que também tem uma grande influencia de Djavan.
Como o transito de recife não se parece em nada com o de natal, e estávamos hospedados relativamente perto do Marco Zero, fomos a pé, por isso demoramos um pouco a chegar, infelizmente perdemos a primeira musica do show, porem n fez muita diferença pois estava perfeito! Da antiga formação são poucos os músicos que compõe essa nova fase da banda, muitos eram os jovens, que não ficavam muito atrás dos veteranos em qualidade musical (a maioria filhos dos antigos integrantes) som impecável, iluminação foda e um telão gigante no fundo do palco que me fez concluir que estava numa apresentação que ia ficar registrada pro resto da minha vida. O repertorio era composta de muita musica instrumental dançante, musicas novas e ainda pra fechar com chave de ouro quem apareceu para dar uma super canja foi mano Brown dos Racionais MC’s, que por sinal é o produtor executivo da Black Rio.
O cara já chegou soltando os graves, batidas eletrônicas do DJ e começa mano Brown mostrando composições do seu trabalho solo, achei bem dançante, mas o povo mesmo queria era escutar racionais. E num é que ele mandou uma no final, ai foi todo mundo pra frente, marco zero lotado, patricinhas, mauricinhos, rastafáris, punks, ambulantes, todo mundo cantando junto com o cara, foi simplesmente foda.
Na sequencia veio a big band brasiliense MOVÉS COLONIAIS DE ACAJU mandando um som que mistura jazz, polka, musica brasileira, ska e hardcore, uma salada sonora interessante, show impecável apesar dos problemas técnicos no som da feira( começou os defeitos especiais a partir daí). Enfim o show mais esperado chega, o povo pernambucano simplesmente ama a nação zumbi, todo mundo em uma estado de êxtase, aquela nevoa, (desculpem maranhenses, mas parecia a Jamaica brasileira) foi nesse clima que os caras começam o show e a gravação de DVD, depois de três musicas rolou uma parada técnica, o som não estava lá essas coisas. Muitos convidados como Arnaldo Antunes, Fred 04 e os pára-lamas do sucesso o show foi banhados de muitas musicas novas e os clássicos da nação q não podia faltar claro!
Sábado 10 de dezembro ultimo dia de feira para nós
Marco zero todo mundo dançando com a galera sergipana do NARUREIA, som perfeito, uma galera em cima do palco em clima de festa acho que isso contagiou todos em baixo, muito bom.!
Na sequencia veio os paulistas do Milocovik, muito bom, som indie brazuca de prima. Nem tendo tempo pra digerir os paulitas, sobem os cara do Júpiter Maçã, banda de letras muito loucas e o próprio júpiter maçã figuraça, é o nosso Mick Jagger..hehhee.
Um show que esperávamos com ansiedade foi do louco André Abujanra, muito bom o som, o cara é um puta compositor, tirou onda com artistas que gravam suas musicas e ficam famosos com elas e ele continua meio que no lado B (mas, ele é foda por isso também na minha singela opinião).
Vanguarda paulista tocou musicas do karnack, mulheres negras do seu trabalho solo, muito massa mesmo.
Macaco bong mandou seu rock instrumental de primeira qualidade, os caras já estão na estrada, e sempre tocando em feiras e festivais, muito bons.
Chega então pra mim o show que esperava , Mundo Livre, perfeito! show dos caras em Recife, é outra coisa, senti falta da presença de bactéria, mas já faz uma cara que ele num toca, mesmo assim fal uma falta! Show cheio de clássicos, todo mundo cantando junto, muita gentre de preto, pois a grande atração da noite é a galera do Sepultura, não ficamos muito tempo pois queríamos curtir o circuito Off da Feira, que pra mim era muito mais esperado, e não deixou a desejar. Já na torre Malacof, show de DJ tudo e a Garrafada, maravilhoso! Fomos trocar uma idéia com o cara ele falou que tava vindo fazer um trampo com os mestres de Congos de Calçola da Vila de Ponta Negra e os Banbelos de São Gonçalo do Amarante
A musica brasileira contemporânea ta de parabéns!
Na sequencia um show que me chamou muita atenção, Isaar, que esta divulgando seu mais novo disco “Copo de Espuma”, muito bom por sinal com muita influências das guitarras e carimbos paraenses, cirandas e maracatus pernambucanos, o que mais me chamou atenção foi a bateria, cheia de pás e enxadas como instrumentos percussivos, e timbres de stratocaster muito bons do guitarrista, na sequencia sobe Jorge Ribas com muito samba mas ai eu já estava só o pito e tínhamos q voltar pra natal no dia seguinte e não ficamos ate o final.

Fabão

domingo, 3 de janeiro de 2010

Feira Musica Brasil - Recife parte II



...Uma Boa parte da galera ficou hospedada na Ilha do Leite, mais especificamente no “Jardim das delicias”. Ao chegarmos, já sentimos a vibe do lugar: galera gostosa de conversar, birita docinha de descer e, pra nossa sorte, o anfitrião é uma figuraça, Marcio Moura (obrigado por TUDO) — além de tudo produtor cultural.

Na primeira noite de evento vimos o show da Nação e outros maravilhosos, mais isso é assunto de outro texto.

Já no dia seguinte, depois de um banho gelado e um café-da-manhã forte (pra diminuir a ressaca), fomos à Feira da Música Brasil fazer contatos — que era nosso objetivo (claro!). Como depois do evento a proposta era ir à Olinda ver um espaço pra fazer alguns shows, Marcio (O Mago) foi com agente ao evento (nossa! que mão na roda), “o bicho” simplesmente conhecia TODO MUNDO.

A estrutura era simplesmente gigantesca, muitos stands compondo o lugar, gravadoras de grande e médio porte estavam presentes, projetos musicais de todos o pais estavam apresentando o seu trabalho.

Em um clima de descontração, trocamos idéias, materiais (CD’s, releases, EP’s e Coletâneas), fizemos contatos com a galera da CUFA, do Estúdio SP, SEBRAE NORDESTE, com as bandas N’zambi,W2 Rockband

Depois de uma tarde super produtiva subimos para Olinda. Nossa! a cidade já estava toda iluminada preparada pra o natal, igrejas, sacadas e ateliês compondo o clima tranqüilo e apaixonante. Subimos a Sé pela ladeira da misericórdia (Ufa!), escolhemos o melhor vista e comemos uma tapioca deliciosa. Depois fomos aos bares, Budega do veio e um outro bar alemã que não me recordo o nome...rs.

Descemos direto para o Marco Zero mais uma noite de shows memoráveis...

Manhã seguinte, cerveja tomada, missão cumprida, malas prontas, de volta a Natal.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Feira Musica Brasil - Recife parte I



7:30 da manhã de 09 de Dezembro-2009, o Coletivo Records era representado por uma trupe de artistas potiguares, dentre eles o pessoal da Orquestra Boca Seca, daSilva e a Síncope, Clara e a Noite, Mc Priguissa, que embarcaram no ônibus disponibilizado pela Agência Cultural do SEBRAE (Kátia, Gerente de Cultura) para participarem da Feira Música Brasil que aconteceu entre os dias 09 a 13 do mesmo mês em Recife-PE.

Nessa bagagem levavam consigo alguns registros fonográficos (Cd’s) que compõe a lista de títulos do Selo.

Além dos nomes já citados, estavam ali, também, na estrada, outros compositores potiguares (como Esso Alencar e Letto), alguns produtores culturais, jornalistas e fotógrafos, todos ansiosos para encontrar seu espaço no universo da música contemporânea e divulgar sua arte.

Que viagem! No caminho, a rapaziada teve tempo para se conhecer melhor e ensaiar um repertório de sambas para a diversão comum. Dizem que esse era o plano B para o caso de alguma oportunidade aberta no circuito cultural da cidade-destino.

As vias estavam lotadas. E a gente arriscava: “Agora estamos... não, não é aqui, pega essa outra rua...”. O cheiro do mangue denunciava que havíamos chegado a uma das metrópoles mais comentadas do país e que tem hoje uma das fomentações culturais mais intensas. Quando Chico Science elegeu o CAOS como a melhor palavra que representava sua realidade, não era uma metáfora, era a simples constatação do cotidiano. De repente, estávamos no Marco Zero.

Como garantir nossa participação naquele evento que já mexia com a cidade, as mídias locais e nacionais?

Naquele corre-corre, entre os roadies, técnicos de som e músicos, como a galera dos Móveis Coloniais de Acaju que estava ao nosso lado debaixo de um sol aterrorizante, até mesmo para nós que viemos da Cidade do Sol, a primeira impressão coletiva repetia tudo aquilo que os potiguares sempre relatam como experiência de viagem àquela cidade: “Que maaassa!”.

Depois de convencer aos organizadores de que precisávamos confirmar nossas inscrições e pegar as credenciais, o grupo se dividiu para garantir a hospedagem em diferentes picos da cidade (de Boa Viagem ao Maranguape I).


Maguinho da Silva

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

MADA Bombando!


Então galera, o show do MC Priguissa cabou de rolar, apesar dos problemas tecnicos o show foi IRADO!

stand COLETIVO RECORDS bombando, CD's e camisetas das bandas potiguares a venda, quem chegar é muito bem vindo!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

... Dando 1 Rolê! - SeuZé

No dia 20 de junho ocorreu a seletiva Natal do Festival Usina da Cultura e o Coletivo Records esteve ...Dando 1 Rolê! por lá e aproveitou pra trocar uma idéia com as bandas Seu Zé, Bugs e Distro que estavão participando da seletiva.

UMA CONVERSA COM A GALERA DO “SEUZÉ”!


COLETIVO RECORDS : E aí cara, qual a expectativa pra seletiva do Festival Usina da Cultura?

Fell (guitarrista e vocalista): Vamos mostrar canções novas, tá na mão do júri nossa apresentação e espero estar entre os selecionados pra rachar essa van e ir bater lá em Mossoró, tocar nesse festival e toma essa breja, né?...

Tô sabendo que vocês estão preparando mais um disco, como está sendo esse processo de gravação?

Augusto (guitarrista): Estamos construindo, juntando, ensaiando pra caramba. As músicas novas estão sendo montadas bem calmamente, seguindo certo conceito. Hoje vai ser o primeiro show do “Seu Zé” com esta nova formação. Pretendemos mostrar todas as músicas desse novo trabalho lá em Mossoró.

E aí Telo, vai estrear novo show em uma seletiva para um grande Festival, você também tocou no último MPBeco. Como esta a expectativa pra esse show e como estão sendo as gravações do novo disco?

Telo (baterista): As gravações estão indo bem, a pré-produção ta ótima, a dificuldade está sendo manter o meio termo dos climas que Xandi (antigo baterista) botava na banda e meu estilo de tocar, mas tá ficando legal, o som está bom.

E a temática das novas músicas do “Seu Zé”? A banda sempre gosta de fazer surpresas com relação a influências musicais e figurinos... como estão as letras desse novo CD?

Lipe (baixista e vocalista): Normalmente elas tem refletido a entrada de Telo, a parada que demos pra pensar as coisas, de uma maneira geral temos trabalhado com temáticas mais existenciais. No primeiro disco estávamos preocupados com a história do regionalismo, de nordeste, já tentamos fugir dessa idéia e nesse segundo disco não queremos nos preocupar com essa história de seguir uma única temática. Estamos fazendo uma coisa meio que descompromissada mesmo. Como relação a sonoridade, estamos mais psicodélicos, colocando uns teclados muito doidos.

... Dando 1 Rolê! - Distro

CONVERSA COM RAFAUM (guitarrista e vocalista) DO “DISTRO”.

Coletivo Records: Fala um pouco sobre o CD novo que está na praça?

Rafaum: O CD novo da banda, chamado “Chocolate With Peper”, é nosso primeiro disco em inglês. Já lançamos três EP’s, fizemos show em Recife (19.06) no Festival da ABRAFIN e foi 'ducaralho', a galera recebeu muito bem. Vendemos CD's pra caramba e o que vale é divulgar e viajar... é Xubba Music na veia!

E o que o público pode esperar desse show daqui a pouco?

Rafaum: Vamos tocar só as musicas novas, pois é pouco tempo e esperamos conseguir uma vaguinha pra tocar em Mossoró. Acredito que esse Festival Usina da Cultura é bem interessante e vamos 'botar pra fuder' como foi em Recife.

O “Distro” tem pouco tempo de estrada mais é uma banda que ultimamente tem tocado em estados vizinhos, existe alguma diferença entre o público de cada cidade? Como a galera recepciona a música de vocês?

Rafaum: Eu acho que, não sei se é muita nóia ou lombra, mas quando chegamos lá fora a galera que gosta de rock tem uma receptividade melhor. É isso, se a galera de fora gosta mostramos pra eles, e se galera daqui não gosta continuamos continua mostrando do mesmo jeito. Não vamos deixar de mostrar, vamos continuar fazendo o nosso som.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

... Feliz Ano Inteiro - Pangaio [vídeo]


Performance da banda Pangaio durante a final do Festival MPBeco 2009. A canção "Feliz Ano Inteiro", de Jorge Negão, levou os prêmios de Melhor Música e Melhor Arranjo.

Edição e imagens: Joanisa Prates

terça-feira, 2 de junho de 2009

... Coletivo Records no MPBeco 2009

O Festival MPBeco chega em sua quarta edição apostando na diversidade da música potiguar. Este ano as inscrições bateram recorde e mais de 300 composições entraram no páreo, porém apenas 24 passaram na peneira - entre elas cinco de artistas do selo Coletivo Records.

Maguinho daSilva

Na primeira eliminatória, apresentaram-se Maguinho daSilva e MC Priguissa. O primeiro defendeu a música a música “Tem a Ver”, de sua autoria. A previsão do cantor e compositor é entrar no estúdio no segundo semestre para gravar seu primeiro disco. Já o rapper Priguissa, que já está gravando seu álbum de estréia, apresentou o hit “Essa Boe”.

MC Priguissa

Já na segunda eliminatória, foram defendidas as seguintes musicas: “Feliz Ano Inteiro”, de Jorge Negão, com a banda Pangaio; "Não Vou Mais", da Orquestra Boca Seca; e “Ela Sim”, de Clara e a Noite - a mais nova banda do selo Coletivo Records. Clara também planeja gravar seu primeiro trabalho ainda em 2009.

Orquestra Boca Seca

Os seis prêmios do festival foram disputados por 12 finalistas, entre eles as bandas Clara e a Noite e Pangaio.

Pangaio

Clara e a Noite

Os premiados foram:

1º Lugar e Melhor Arranjo:
Feliz Ano Inteiro (Jorge Negão) - Pangaio

2º Lugar e Melhor Intérprete:
Há Sempre Música (Júlio Lima) - Júlio Lima

3º Lugar e Júri Popular:
Ela Sim (Clara Pinheiro e Gabi Barbalho) - Clara e a Noite

Parabéns a todos!

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

... Zé Caxangá marca presença no EletroMADA 2008

Zé Caxangá, membro da familia Coletivo Records, é Influenciado pelas sound systens da Jamaica. Faz sua estréia em grande estilo: na tenda EletroMada, espaço que faz parte da programação do Festival Mada - um dos maiores do Brasil quando o assunto é música independente.

Fazendo um passeio musical que vai desde os anos 1960 e 70 (Marcos Valle, Antonio Carlos e Jocafi, Jorge bem, Tim Maia e Marku Ribas), até a nova música brasileira (Paula Lima, Mônica Feijó, DJ Dolores e Cidadão instigado), no seu set list também rola muita música potigar (Khrystal, Dusouto e NeguEdmundo) e jamaicana (Lee Perry, King Tubby, Bob Marley, Peter Tosh e Jacob Miller).

Zé Caxangá faz uma discotecagem com improviso, delays, vocal e guitarra. Sua apresentação está marcada para quinta-feira, 14 de agosto, a partir das 21h, na arena do Hotal Imirá.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

... Pangaio fatura o terceiro lugar no MPBeco 2008

A banda Pangaio teve início na Alemanha, no ano de 2001, durante uma excursão do grupo de dança Parafolclórico da UFRN. Na ocasião, cantores e percussionistas foram reunidos para acompanhar as apresentações, e com o término dos trabalhos com o Parafolclórico os músicos resolveram formar uma banda.

A diversidade musical foi o referencial para os primeiros experimentos, e para sintetizar a essência musical de ritmos e influências variadas adotaram o nome "Pangaio" (embarcação asiática de especiarias diversas).
Página da banda no MySpace: www.myspace.com/pangaiobanda

quarta-feira, 18 de junho de 2008

... Maguinho daSilva no MPBeco 2008

Maguinho daSilva e a Casa de Oratis

Maguinho daSilva é o pseudônimo de Paulo Ricardo da Silva, músico e professor de inglês nascido no Rio Grande do Norte. Líder da extinta banda Zaratustra, que fez história nos anos 1990 na cena independente local, Paulo e alguns integrantes do Zaratustra se reúnem novamente em 2000 para montar a banda Casa de Oratis - mas logo se encerram os trabalhos.

Até que em 2007 ele retoma a banda e entra em estúdio para gravar seu disco com a colaboração de outros músicos como Joab Quental (bateria), Chaves (guitarra) e Gabiru (baixo).

Influenciado pelo samba, pela geração beat, pelo psicodelismo, por Tom Zé e pelo Manguebit pernambucano, o músico está com trabalho pronto aguardo a melhor hora de lançar - uma de suas composições estão disponíveis na Coletânea Coletiva Volume 1, lançada em 2007 pelo selo Coletivo Records.

terça-feira, 17 de junho de 2008

... MC Priguissa na final do MPBeco 2008

Em 2004, MC Priguissa deu início a sua caminhada na cena independente do hip hop potiguar. Sempre compromissado com a periferia, sua músicas retratam as desigualdades sociais e reivindicam melhorias nas comunidades. A musicalidade é extraída das raízes jamaicanas e nordestinas.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

... Três bandas selecionadas para a final do MPBeco 2008

O Festival de Música MPBeco, evento de caráter competitivo, tem como principal objetivo fomentar a produção cultural do Rio Grande do Norte. Cria novas possibilidades para músicos, compositores e intérpretes, estimulando-os através da concessão de prêmios em dinheiro.

O projeto também contribui com o resgate e a preservação do Centro Histórico da cidade do Natal, movimenta o comércio local, gera emprego e renda, além de oferecer uma ótima alternativa cultural, de lazer e entretenimento para a população.

Três artistas do selo Coletivo Records foram selecionados para a grande final do Festival MPBeco 2008:

-Nordeste
(Rafael Harison P. Campos)
MC Priguissa

- Jaz
(Jorge Negão)
Pangaio

- No Ar
(Maguinho daSilva)
Maguinho daSilva

Neste sábado, além da comissão julgadora escolher o vencedor, o público também terá voz. Conheça os candidatos e dê seu voto!